Tudo o que segue trata de Semax. Mantemos linguagem clara, apoiamos na literatura e separamos o bem documentado do que segue em aberto.
Atualizado em 2026-06-14. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
Até 2011, esse número pode ter crescido para quinhentos mil. Alguns zimbabuanos brancos emigraram para a África do Sul. Alguns dos membros mais nostálgicos da comunidade são conhecidos na cultura popular como "Whenwes", por causa da frase when we were in Rhodesia... (em português: quando estávamos na Rodésia...), que eles costumam dizer ao relembrar suas vidas na antiga Rodésia. Existe também na África do Sul uma comunidade emigrante considerável de portugueses, nomeadamente oriundos da Ilha da Madeira, sendo parte substancial já de segunda geração. A população indiana chegou à África do Sul como trabalhadores contratados para trabalhar nas plantações de açúcar em Natal no final do século XIX e início do século XX. Eles vieram de diferentes partes do subcontinente indiano, seguiam religiões diferentes e falavam línguas distintas. Um grave distúrbio entre indianos e zulus eclodiu em 1949 na cidade de Durban. Existe também um grupo significativo de sul-africanos chineses (cerca de cem mil pessoas) e vietnamitas (cerca de cinquenta mil pessoas). Em 2008, o Superior Tribunal de Pretória determinou que os sul-africanos chineses que chegaram ao país antes de 1994 deviam ser reclassificados como mestiços. Como resultado desta decisão, cerca de doze a quinze mil dos cidadãos etnicamente chineses que chegaram antes de 1994 (o que representa de 3% a 5% do total da população chinesa no país), será capaz de se beneficiar de políticas de igualdade racial do governo.
Fontes: pt.wikipedia.org
A África do Sul tem onze línguas oficiais: africâner, inglês, andebele meridional, sepedi, sesoto, suázi, tsuana, tsonga, venda, xossa e zulu. Em número de línguas oficias, o país é o terceiro, apenas atrás da Bolívia e da Índia. Apesar de todas as línguas serem formalmente iguais, algumas línguas são faladas mais do que outras. De acordo com o Censo Nacional de 2001, as três línguas mais faladas em casa são o zulu (23,8%), o xossa (17,6%) e o africâner (13,3%). Não obstante o fato de que o inglês é reconhecido como a língua do comércio e da ciência, sendo falada em casa por apenas 8,2% dos sul-africanos em 2001, uma percentagem ainda menor do que em 1996 (8,6%). O país também reconhece oito outros idiomas não oficiais: fanagalo, cói, lobedu, nama, andebele setentrional, phuthi, coissãs e a língua gestual sul-africana. Estas línguas não oficiais podem ser usadas em utilizações oficiais em áreas limitadas, onde foi determinado que essas línguas são predominantes. No entanto, suas populações não são significadamente grandes para exigirem o reconhecimento nacional. Muitas das línguas "não oficiais" dos povos sãs e cóis possuem dialetos regionais que se estendem em direção ao norte da Namíbia e de Botsuana, além de outros lugares. Esses povos, que são uma população fisicamente distinta de outros africanos, tem sua própria identidade cultural com base em suas sociedades de caçadores-coletores. Eles têm sido marginalizados, em grande medida, e muitas das suas línguas estão em perigo de extinção.
Fontes: pt.wikipedia.org
Muitos sul-africanos brancos também falam outras línguas europeias, tais como português (falado também por angolanos e moçambicanos negros), alemão e grego, embora alguns asiáticos e indianos na África do Sul falam línguas asiáticas, como o tâmil, hindi, guzerate, urdu e telugo. O francês é ainda falada pelos franceses sul-africanos, especialmente em lugares como a Franschhoek, onde existem muitos sul-africanos de origem francesa.
Fontes: pt.wikipedia.org
Segundo uma pesquisa para o período 1998–2000 elaborada pela Organização das Nações Unidas, a África do Sul foi classificada em segundo lugar em assassinatos e em primeiro para assaltos e estupros per capita. As estatísticas oficiais mostram que 52 pessoas são assassinadas todos os dias na África do Sul. O número relatado de estupros por ano é de 55 000 e estima-se que quinhentos mil estupros são cometidos anualmente no país. O total de crimes per capita é o 10º entre os sessenta países no conjunto de dados. O estupro é um problema comum na África do Sul. Em uma pesquisa de 2009, um em cada quatro homens sul-africanos admitiram ter estuprado alguém. Uma em cada três das quatro mil mulheres inquiridas pela Comunidade da Informação, Capacitação e Transparência disse que tinha sido violada no ano passado. A África do Sul tem uma das maiores incidências de estupros de crianças e bebês no mundo. Em um levantamento realizado entre 1500 crianças escolares no township de Soweto, um quarto de todos os meninos entrevistados disseram que "jackrolling", um termo para estupro em grupo, era algo divertido. A classe média do país busca segurança em condomínios fechados. Muitos emigrantes da África do Sul também afirmam que o crime foi um grande motivador para eles saírem do país. O crime contra a comunidade agrícola continua a ser um grande problema. Outro problema enfrentado pelo país é a forte desigualdade social e econômica; as cidades sul-africanas Buffalo City, Joanesburgo e Ekurhuleni foram apontadas como as mais desiguais do mundo, segundo relatório da ONU divulgado em 2010.
Fontes: pt.wikipedia.org
Semax é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Semax apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Semax)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Semax)